Bloix

Foi há poucos meses atrás que entramos de vez no mundo da Terceira Dimensão. Os cinemas estão cheios de filmes em 3D, as televisões já incorporaram a tecnologia tridimensional, o mundial de futebol e Roland Garros serão transmitidos em 3D, mas… Como são originadas as imagens tridimensionais? Como são as câmeras que as gravam? Por que não vemos em três dimensões?

A televisão, que a maioria das pessoas tem em casa, só pode exibir imagens em duas dimensões, que estamos acostumados a ver. No entanto, as imagens 3D conseguem uma sensação de profundidade mais próxima da vida real.

A tridimensionalidade deve-se ao pequeno distanciamento entre os dois olhos, de modo que captam imagens de diferentes ângulos. A combinação de imagens individuais vista por cada olho consegue uma sensação de profundidade e dimensão na mente. É o que se conhece como paralaxe, a base sobre a qual as tecnologias 3D são desenvolvidas.

Quando se filma imagens em três dimensões utilizam-se dois objetos separados por uma distância fixa. Ao conter o dobro de informações que as imagens bidimensionais, as imagens em 3D devem ser editadas conservando as informações de ambos os ângulos. Quando o conteúdo é reproduzido, cada olho deve perceber o conteúdo específico para ele, de modo que quando combinadas criem na mente a ilusão de profundidade.

TIPOS DE ÓCULOS 3D

Para conseguir ver as imagens existem diferentes tecnologias. Os sistemas mais antigos são chamados de passivos. De um lado os clássicos óculos de duas cores, que já eram utilizados nos anos 70 e cujo principal problema era a pobreza de cores das imagens; por outro, os óculos polarizados que permitiam ver as imagens projetadas sobre a tela pelo método “linha a linha” que polariza as linhas consecutivas do televisor. O problema dessa tecnologia é a redução da resolução original da tela pela metade, pois só metade das informações está disponíveis para cada olho, o que torna complicado reproduzir filmes com grandes detalhes.

Os óculos “ativos”, por outro lado, baseiam-se na transmissão de imagens na tela para o olho esquerdo e direito em sequencia e a uma velocidade muito alta. Nesse sistema, os óculos estão sincronizados com a TV para mostrar em cada olho somente a imagem que lhe corresponde, possibilitando uma maior qualidade dos vídeos.

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+ Como Funciona a Tecnologia 3D?
Washington Alves / 1 de junho de 2010
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Esse vídeo-animação é interessante para os iniciantes desse novo formato de mídia. Traz uma série de informações que à primeira vista parecem complicadas, mas na verdade são apenas novas informações! Um ponto complicado ,mas necessário para a aceitação e em seguida compreensão, é a de que a sua marca está muito mais exposta na Internet. Você pode até não gostar, mas não pode fechar os olhos. Veja. E já aproveito para convidá-lo(a) a fazer um comentário para que possamos enriquecer o aprendizado, ok?

Evolução da Medição Online – IBOPE Mídia from Ibope Mídia on Vimeo.

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+ Evolução da Medição Online – IBOPE Mídia
Arthur M Façanha / 1 de junho de 2010
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Um dos segredos do sucesso de uma marca ou empresa é a forma com que ela trata o seu cliente. Sabemos que muitos clientes deixam de “investir ou comprar” um bom negócio, devido à falta de preparo das pessoas que fazem o primeiro atendimento. As consequências desse despreparo ocasionam o desinteresse do cliente, que, por sua vez, perde por não conhecer o produto que poderia estar comprando e a empresa deixa de vender e divulgar a sua marca.

Hoje se investe tempo e dinheiro no preparo de pessoas para que o atendimento seja o seu cartão de visita, pois como já dizem os mais experientes: “a primeira impressão é a que fica”. Esse bom e velho ditado ainda hoje não é levado muito a sério por vários seguimentos. Temos atualmente um vasto mercado consumidor e com um potencial cada vez mais alto só que, com o crescimento desse mercado, também cresceu a concorrência e o nível de conhecimento e exigência. Isso torna a competição cada vez mais acirrada, melhorando assim a qualidade dos produtos e a diversificação na qualidade do atendimento.

Embora muitos acreditem na “força” de um produto e na inovação das tecnologias, o sucesso deste ou daquele produto ou empresa depende do nível de comprometimento e seriedade em que estão inseridas as pessoas envolvidas. Estamos falando dos dois extremos que fazem parte do processo, desde a matéria prima até a finalização e venda do mesmo. Cada item que compõem este processo tem que passar por uma bateria de avaliação, adquirindo assim um conhecimento real. Não devemos esquecer que por mais automatizado que seja um processo, pessoas estão envolvidas nesse processo e pessoas têm as suas limitações.

A prevenção e o treinamento é a chave para reverter qualquer situação, por mais crítica que ela possa ser. Não adianta investir em equipamento se aqueles que irão utilizá-los não souberem trabalhar e utilizar os mesmos. A capacitação garante melhorias, tanto do produto quanto do atendimento que é dado ao cliente e ignorar tudo isso é estar fadado ao fracasso.

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+ Melhoria no atendimento: certeza de sucesso.
Edson Farias / 31 de maio de 2010

Danilo Castro e Marcelo Tas na InfoBrasil

Tudo começou quando soube que Marcelo Tas no dia 20 de maio estaria numa universidade particular em Fortaleza para uma palestra. Aquela seria a minha oportunidade de conhecer uma das figuras mais polivalentes da mídia brasileira, mas, compromissos artísticos me impediram de comparecer ao evento. Entretanto, a NOIX foi aprovada no Congresso InfoBrasil 2010 e neste mesmo congresso que ocorreria na semana seguinte, no dia 27 de maio, hoje, o Marcelo Tas marcaria presença com sua palestra de outrora.

Ontem arregalei os olhos e percebi que minha sede de estagiário aumentou quando surgiu a ideia: entrevistar Marcelo Tas. Revirei a noite estudando tudo sobre o cara e sobre mídias sociais, preparei o roteiro do nosso videocast NOIX Channel e no dia seguinte fui trabalhar e não contei nada ao patrão, queria trazer-lhe uma surpresa, combinei tudo com Washigton e Lahisla (Social Media Managers da NOIX) sobre a estratégia para mais tarde. Fui à UFC (Universidade Federal do Ceará), fiz minha prova de Psicologia e Comunicação, corri para o ponto de ônibus e depois de milênios de espera, o ônibus Circular II resolveu não parar pra mim, parece que quando a gente mais quer que as coisas dêem certo, elas insistem em dar errado…

O tempo passando e o medo de chegar atrasado no dia da minha principal entrevista foi tomando posse de mim como água penetrando em esponja. Alguns minutos depois peguei o ônibus e cheguei são e salvo à InfoBrasil. Encontrei meus companheiros de trabalho e começamos a gravar algumas tomadas do evento enquanto o Marcelo não chegava. Vozes disseram ao fundo “Marcelo chegou!”, “Ele não vai dar entrevista!”, “Marcelo ta abusado!”, “Ele não quer que filme!”, “Não pode bater foto com ele”. Enquanto uns alunos da FIC (Faculdade Integrada do Ceará) que trabalhavam no evento entravam em ebulição, aquelas frases ecoavam na minha cabeça em doses sucessivas, outra voz soltou: “Gente, ele vai dar entrevista sim, mas só pros alunos da FIC!” Neste momento a minha engrenagem parou e após meu processo epifânico, pensei: “agora é questão de vida ou morte.”. Era uma questão de honra entrevistá-lo, não só pela NOIX, não só por ser admirador do seu trabalho, mas por ter sido desafiado, pelo instinto de jornalista que busca o furo.

Sim, penetrei na sala VIP junto com a caravana da FIC, eu era o último espermatozóide buscando o zigoto que me parecia impossível, mas consegui, rompi aquela barreira e fecundei-me na sala onde estava aquela figura com a cabeça lustrada, camisa rosa, jeans, allstar e aspecto cansado. Cerca de 20 pessoas o cercaram e ele falou: "Podem começar". Advinha? Um monte de gente imatura, com aquele medinho bobo de iniciante ficou no zum-zum-zum, mas ninguém começava a entrevista.

A essa altura Washigton, nosso mega cameraman, também havia conseguido entrar no óvulo e ligou a câmera. Inspirei fundo e quando as primeiras palavras saltaram da minha boca as atenções daquela sala voltaram-se para o ser estranho, magro, esguio e de camisa xadrez que habitava aquele ninho sem ter sido convidado: eu. Então Marcelo Tas olhou pra mim e numa fração de segundos seu celular toca, ele pede um minuto e o atende. Eu com a cara de taxo, com sensação de coito interrompido, fiquei esperando ele terminar a ligação para continuar a pergunta pensei: “Não se deixe abater, Danilo, seja firme!” Não brochei, continuei assim que ele desligou e, como bebê em colo de mãe, senti que ali eu estava em terra sagrada, como me sinto em cima dum palco, em solo fértil, era exatamente aquilo que eu quero viver na minha profissão de jornalista daqui pra frente.

A conversa seguiu descontraída, fiz outras perguntas e todos olhavam pra mim, que roubei alguns preciosos minutos destinados aos alunos de Comunicação Social da FIC. Mas, quando olhei pro nosso mega cameraman e vi que ele não havia me filmado fazendo as perguntas eu pensei: “Quem vai acreditar que eu entrevistei Marcelo Tas?” Então quando tudo acabou, como um trombadinha de bom coração, tomei das mãos de Lahisla sua câmera fotográfica e corri seguindo o Marcelo Tas pelos corredores do Sebrae para conseguir uma foto que comprovasse que ele esteve ali, comigo, então eu disse com olhar de cão sem dono: “Marcelo, bate uma foto comigo?”. Me aproximei do seu ombro direito, o segurança tirou bruscamente minha mão de perto dele e quando já ia me empurrar (reveja na imagem a face macabra do segurança que quase me impediu de tirar a foto), consegui o registro, Marcelo Tristão de Athayde Souza parou, compadeceu-se e sorriu. Nada mais seria capaz de me impedir.

Então o Marcelo se foi e eu fiquei ali, parado, com vontade de gritar como Will Smith na última cena de “À Procura da Felicidade”. Corri alvoroçado para a palestra, fui barrado na portaria (sem perceber que eu tinha o crachá de acesso à palestra, agi como um penetra sem necessidade) mas ali já me sentia invencível, aquilo não era nada, passei por baixo do braço da mulher que barrava a entrada. Ela dizia: “Gente, tá lotado! Gente, não dá mais”. Mas nem ouvi nada, só a voz do Marcelo ao fundo e a salva de palmas vibrando o auditório que estava preenchido pela sua presença. Naquele exato instante, pensei num deslumbramento oportuno, como um herói que salva a pátria: “Obrigado pelas palmas, a Saga Marcelo Tas teve um final feliz!”.

Clique aqui para conhecer o Blog do Tas.

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+ A Saga Marcelo Tas
Danilo Castro / 31 de maio de 2010

Problemas com codificação sempre foram recorrentes no desenvolvimento de softwares, mas isso vem se tornando cada vez mais presente devido à globalização. O mundo é menor do que se imagina, e pessoas do outro lado do globo estão observando seu site ou usando seu sistema. Como alguém da China vai entrar em contato com você para apresentar uma proposta bilionária se tudo que ela enxerga no seu site são apenas “?? ??? ???” ? Entenda por que isso acontece e fuja das gambiarras na hora que seu cliente estiver no telefone lhe pedindo uma solução para ontem.

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+ Unicode e o fim dos problemas de codificação
Bruno Viana / 28 de maio de 2010