Bloix

Vivemos a era da informação e ela trafega mais rápido do que podemos acompanhar, além de ser produzida em quantidade inacompanhável. Você utiliza o Google Reader ou qualquer outro leitor de feeds RSS? Nunca se sentiu deprimido ao chegar de uma viagem de feriado e ver uma lista com mais de 1000 itens não lidos, acumulados em apenas três ou quatro dias?

Pois é, muita coisa… e apenas as coisas escolhidas por você!

Muita coisa leva a muitas cópias, há ferramentas que controlam (http://tynt.com) e que buscam (http://copyscape.com), mas a prática de plágio na internet é vasta e, infelizmente, comum.

Nem toda cópia é ruim, por outro lado. Se você tem um blog ou site sobre mousepads anatômicos e não é o único, provavelmente alguém, em algum lugar, vai escrever algo sobre isto com muito mais riqueza de informação útil do que você. Nem sempre pode ser do seu país, pode ser na língua estrangeira remota que você passou a adolescência aprendendo, e pode ser que você queira compartilhar isto com quem não teve as mesmas aulas com você. Isto é colaborar compartilhando informação semi-exclusiva.

Então você quer compartilhar isto sem resenhar, apenas traduzindo-o. Traduz, publica no seu blog/site sobre mousepads anatômicos e um dos leitores, também um aficionado, que também lê na língua estrangeira remota e que já havia lido aquele texto, lhe acusa de plágio. O dono do texto original tem uma licença Creative Commons que restringe uso, criação de derivados e, mais ainda, reprodução sem citação sem fonte.

Sua confiabilidade como fonte de informação para os fãs de mousepads anatômicos desce próximo ao zero. Mesmo que busquem as traduções, não se sentirão mais à vontade para interagir via comentários, e-mails, redes sociais ou mesmo conversar com você. Porque afinal de contas, você é só um tradutor.

Vários sites de humor com visitação diária muito grande têm por hábito utilizarem-se de material visto na internet, criado por outros. Nem sempre é possível rastrear a fonte, mas mesmo quando é sabida e amplamente conhecida pelos visitantes, o simples fato de não citar o nome (link oculto em um frio “Clique aqui”), colocar isso ao final de todo o material, depois de toda a diversão e risadas provocadas, causa um efeito interessante, que é a “transferência de autoria subjetiva”. Observe:

Título do texto

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Donec et felis purus, at suscipit lorem. Curabitur at dolor ac erat malesuada interdum. Pellentesque erat nulla, venenatis a adipiscing a, tincidunt ut ligula. Fusce vulputate turpis vel ante adipiscing ultrices vitae sit amet mauris. Proin ornare gravida nisl, vel fermentum mauris fringilla ut. Quisque dignissim convallis justo a eleifend. Aenean eget nisi tellus, vel mattis tellus. Aliquam tincidunt suscipit adipiscing. Curabitur at urna sem, eu ullamcorper quam. Maecenas suscipit, orci vel dapibus consequat, mi nulla porta diam, quis mollis leo lacus vehicula nisi. Donec nec cursus purus. Aliquam egestas ornare dolor sed iaculis. Curabitur at urna sem, eu ullamcorper quam. Maecenas suscipit, orci vel dapibus consequat, mi nulla porta diam, quis mollis leo lacus vehicula nisi. Donec nec cursus purus. Aliquam egestas ornare dolor sed iaculis.

Aliquam erat volutpat. Donec non eros felis, nec rutrum ligula. Sed a erat ipsum, eu pellentesque nunc. Vivamus convallis elit nec ante porta sollicitudin. In at elit enim. Nam vestibulum congue imperdiet. Sed vel diam vel libero sodales malesuada. Duis massa urna, varius a mollis id, suscipit eget ipsum. Mauris ac dui nisi. Fusce vitae sapien purus, sit amet vulputate eros. Ut dapibus consectetur tortor, ut congue metus lobortis et. Suspendisse potenti.

Fonte: X

Hipótese: Você assina o RSS de um grande portal de notícias e eles copiam descaradamente um texto ou uma imagem do Diário de Cambroquinha, interior do Macapá, que é citado e linkado ao final do texto. A autoria imediata impressa no seu cérebro e a fonte responsável por aquela informação chegar a você não será do Diário de Cambroquinha.

Obviamente os grandes portais de notícia compram as notícias pelas quais assinam a autoria (da Reuters e outras agências de notícia), mas quando a citação é externa ou colaborativa, produzida pelos visitantes, a citação é sempre acima do texto.

Leia em voz alta o exemplo ali de cima, colcando a citação logo após o título e veja a diferença.
 

Compartilhe em outras redes:
  • Envie este post via e-mail
  • Twitter
  • Facebook
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Imprima este post
+ Citação de fonte na internet
Daniel Bastos / 26 de fevereiro de 2010
Tags /

Seguindo a sua tradição de contribuir com a comunidade com ferramentas Open Source como o NOIX ACL, a NOIX lança seu módulo de cálculo de frete dos Correios para o Magento E-Commerce, o NOIX CORREIOS.

Ele se aproveita do Webservice disponibilizado pelos Correios gratuitamente e é de fácil instalação através do Magento Connect.

Com o NOIX CORREIOS é possível realizar cálculos de frete nos principais serviços dos Correios:

  • PAC (Encomenda normal)
  • Sedex
  • Sedex 10
  • Sedex Hoje
  • Sedex a Cobrar

Além disso o módulo também calcula fretes de lojas que possuam contrato. Ou seja, se a loja possuir contrato com os Correios, apenas informando seu código e senha é possível oferecer aos seus clientes preços mais baratos que no balcão.

Instale o NOIX CORREIOS: http://www.magentocommerce.com/extension/2873/noix-correio

Compartilhe em outras redes:
  • Envie este post via e-mail
  • Twitter
  • Facebook
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Imprima este post
+ NOIX lança módulo de cálculo de frete dos Correios para Magento
Bruno Viana / 19 de fevereiro de 2010

A criação de um modulo no Magento E-commerce exige conhecimento em várias coisas como a declaração de resources, declaração e criação de eventos, criação de blocks, helpers e models, etc. Na criação de uma loja virtual você pode também tanto criar módulos para suas próprias funcionalidades como para funcionalidades já existentes no Magento, como métodos de envio ou métodos de pagamento. Cada uma dessas merece um post específico pela sua complexidade.

Nesse artigo vou explicar a criação de um módulo básico. Tudo que for necessário para começar a escrever um módulo.

Leia o resto desse post »

Compartilhe em outras redes:
  • Envie este post via e-mail
  • Twitter
  • Facebook
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Imprima este post
+ Criando um módulo básico no Magento
Bruno Viana / 4 de fevereiro de 2010

Matéria publicada na Veja com um infográfico bem bacana. Foi publicada em 21 de janeiro de 2010 e pode ser acessada pelo link da matéria, disponível aqui.

Infográfico: Como eles estão usando as redes

Compartilhe em outras redes:
  • Envie este post via e-mail
  • Twitter
  • Facebook
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Imprima este post
+ Redes sociais: saiba como usar profissionalmente
W. Gabriel / 1 de fevereiro de 2010
Tags /

Atualmente estamos vivendo no Brasil uma realidade que nos EUA já é fato: não basta mais somente ter sua marca na Internet. Você deve vender através dela.

Não é fácil manter uma loja online. Para isso é necessário se preocupar com várias coisas como a forma como serão realizados pagamentos, as formas como será enviado o produto, controle de fraude, e o mais importante: a plataforma que gerenciará a loja.

Antes comércio eletrônico era apenas coisa de gente grande e para manter uma plataforma era necessário uma mão de obra grande e cara. Hoje não temos mais tanto este problema com o surgimento de várias plataformas de e-commerce open source, onde a que entre elas mais se destaca é o Magento.

magento

Magento é uma ferramenta Open Source desenvolvida pela Varien, empresa que age desde 2001 no segmento de e-commerce. Ele é escrito em PHP utilizando o banco de dado MySQL o que traz muitas vantagens, pois PHP é a linguagem de programação mais utilizada na Web, possuindo uma comunidade forte e ativa.

O Magento possui duas versões: a Community e a Enterprise. A primeira é a versão gratuita, disponibilizada para a comunidade sob a licensa OSL 3.0 que em resumo diz que o software pode ser distribuído desde que se mantenha a referência de seus autores. Já a segunda versão é paga e conta com recursos avançados que a versão Community não tem. Ela é recomendada para quem necessita de um suporte rápido(dado pela própria Varien) e de recursos avançados que lojas grandes possuem. Veja um comparativo das duas versões.

Veja algumas funcionalidades que o Magento possui em sua versão Community:

  • Gerenciamento de Sites
    – É possivel gerenciar vários sites e várias lojas com apenas um Magento instalado.
    – Faça update da ferramente com apenas um clique.
  • Gerenciamento de Catálogo
    – Importação e exportação de produtos do catálogo em lote
    – Suporte a preços especiais. Por exemplo, grupo de usuário X terá 10% de desconto ou levando 5 peças cada produto fica por Y reais.
  • Navegação de produtos
    – Produtos relacionados
    – Venda cruzada
    – Venda casada
    – Tags
    – Avaliação dos usuários
    – Comparação de produtos
  • Outros
    – Suporte à SEO
    – Relatórios
    – Criação de produtos baixaveis(downloadable products)
    – Integrado com Google Analytics
    – Relatório de vendas
    Veja mais
Compartilhe em outras redes:
  • Envie este post via e-mail
  • Twitter
  • Facebook
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Imprima este post
+ Apresentando: Magento
Bruno Viana / 21 de janeiro de 2010